Quem sou eu

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Eu sou de outubro, formada em jornalismo, mas me apaixonei mesmo pelas imagens. Causa MOR a que dedico meus dias. A verdade é que eu vejo o mundo enquadrado, mas tem hora que as palavras querem gritar. Acho que esse pode ser, quem sabe, um meio prático para expressar essas palavras gritantes. É um lugarzinho pra gente falar do mundo e do prumo que as coisas estão tomando. Eu sei que não é fácil. Nunca é! Mas vamos dividir a agonia desse agitado cotidiano.

domingo, 18 de dezembro de 2011

ReciTal

Apresentação em 3D no Quartel do Derby; Recife-PE


"Se a gente é capaz de espalhar alegria
Se a gente é capaz de toda essa magia
Eu tenho certeza que a gente podia
Fazer com que fosse Natal todo dia...


Me diz porque só no Natal é assim
Que bom se ele nunca tivesse mais fim."

domingo, 11 de dezembro de 2011

Seguindo conselhos






"Te cuida, disse ele. E eu ouvi como se fosse um Te Amo!"








  
  
Foto cedida

sábado, 10 de dezembro de 2011

Tempo: és um dos deuses mais lindos.

                                                                                                                                            Foto: Google

Fui questionada certa vez sobre quantos anos eu gostaria de ter. Uma pergunta aparentemente fácil -pelo menos para alguns que não escondem a idade- mas tirando essa tolice de camuflar a realidade ,o tempo e suas consequências, a pergunta era mais profunda do que imaginei, porque não era só dizer a idade, mas queriam saber  o motivo, a justificativa para a minha escolha. Ai foi preciso voltar para aquele túnel mais escuro, de onde larguei todas aquelas sombras.

Mas então eu respondi:

Caros, analisando-me calma e tranquilamente, percebo e concluo que gostaria de ter exatamente a idade que tenho hoje, 27 anos (na época).
Voltar aos 15 ou 20 não é garantia nenhuma de que reescreveria a história diferente. Possivelmente, cometeria os mesmos erros por falta de maturidade. E por falar em erros, devo confessar que foi graças a eles que sofri, aprendi, amadureci e cresci.
Esse amadurecimento é fruto de dolorosos momentos de afetação que acumulei com meus sucessivos enganos pela vida afora.

Cada falha cometida adicionava em minha vida uma emoção indesejada e isso fatalmente trouxe a mudança.
Aprendi com cada um desses enganos e hoje, quando por algum momento desvio meus pensamentos do prumo certo, rapidamente recordo meus mal feitos e lembro também das dolorosas consequências que vem de brinde, no pacote dos erros.

Hoje, aos 28, tenho cá dentro de mim um desejo constante de crescer. Se faz urgente a necessidade de combater aquelas falhas, não mais alimentando meu enjoado espírito questionador, ainda tão inferior.

E é isso!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Amizade


"A boa amizade nos poupa muita inquietação. Está ali, o amigo, a amiga, a presença apaziguadora e ao mesmo tempo interessante, aquela dos diálogos intermináveis, das confidências, dos telefonemas às vezes só para jogar conversa fora, dar risada, iluminar o dia.
Falo daquela pessoa para quem posso telefonar não importa onde ela esteja, nem a hora do dia ou da madrugada, e dizer: "Estou mal, preciso de você". E ela estará comigo pegando um carro, um avião, correndo alguns quarteirões a pé, ou simplesmente ficando ao telefone o tempo necessário para que eu me recupere, me reencontre, me reaprume, seja lá o que for.
Hoje, sem razão especial nem data marcada, estou homenageando aqueles, aquelas, amigos e amigas, que têm estado comigo seja como for, para o que der e vier, mesmo quando estou cansada, estou chata, estou irritada ou desatinada - porque as vezes eu sou tudo isso, ah sim."

Lya Luft

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Agora era fatal


Sabe aquele papo de que agora ele era herói e o cavalo só falava inglês? Que ele enfrentava os batalhões, os Alemães e seus canhões?  É mentira! Eu cresci acreditando no amor de João e Maria (antes mesmo de conhecer Chico Buarque), mas venho lenta e gradativamente mudando de opinião. Dá pra acreditar, em pleno século XXI, onde reina o “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”, que no tempo da maldade essa ‘galera’ nem tinha nascido? O faz de conta é fatal e Chico –que eu amo e respeito- que me desculpe, mas a vibe agora é outra. Aliás, a única coisa que a gente pode adaptar às modernices é o tal de “sumiu no mundo sem me avisar”, porque isso é muito comum nos romances modernos.
Pra mais uma surpresa minha, vi outro dia um cavalo que era até poliglota em matéria de amor, trazendo um alazão meio homem meio menino, em busca de uma princesa que era digna de se coroar. Aquilo era amor pra Adão e Eva se revirarem no caixão, que dirá João e Maria. Mas devido a alguns contratempos o cavalo virou sapo, o alazão anda perdido numa selva à procura sabe Deus de que (ou de quem) e a princesa –tadinha, essa era digna de se coroar- decidiu ser a mulher maravilha. No mundo fantástico, melhor acreditar num super homem do que num herói.
É por isso que eu digo, minha gente, amor de verdade, daqueles que têm as bases todas sólidas, onde se reconstrói qualquer coisa em cima, tá mais pra sonho de padaria do que pra algodão doce.  Então, escuta um conselho: Se o cavalo falar português (sem erros, por favor. Porque aí também já é demais), se o herói for de mentirinha, - que cá entre nós, a gente sabe que é- for moralizado, fizer um ninho com amor, muito carinho pra você se abrigar e se ainda no fim da estrada, quando  o inverno tristonho chegar, mais amor ele tiver pra te dar, meu amigo, se ajeite com ele e dê graças a Deus.

sábado, 12 de novembro de 2011

Lá vem ela.


Guenta coração! Lá vem ela.

Em janeiro, Bethânia chega ao Recife com o show interpretando as canções de Chico Buarque.
Eu vou, claro!